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PARANÁ PESQUISAS Pesquisa revel que 55,1% concordou com fechamento de igrejas para combater Covid-19 Em contrapartida, 41,4% não concorda com esta medida, e 3,5% não sabe ou n
28/04/2021 11:23 em Novidades

De acordo com a instituição Paraná Pesquisas, 55,1% dos brasileiros concordam que as escolas estudadas ficarão fechadas como forma de combate ao contágio do coronavírus.

Em contrapartida, 41,4% não concorda com esta medida, e 3,5% não sabe ou não opinou.

Na região Centro-Oeste e Norte, 52,8% quer que as igrejas fechem, 43,9% concordam que elas continuem abertas e 3,3% não sabem ou não opinaram.

O público que mais concordou com a restrição religiosa foram os jovens, de 16 a 24 anos: 64,9%, contra 32,6% que não concordam. 

Já a faixa etária que mais discordou do fechamento das instituições, 45,2%, foi a de 60 anos ou mais, contra 50,9% que concordou.

A pergunta exata feita pela pesquisa foi: O (A) Sr (a) concorda ou discorda que as igrejas devem ficar fechadas para ajudar a conter a Covid-19?

Foram entrevistados através de ligação telefônica 2 176 brasileiros com 16 anos ou mais, de 204 municípios de todos os estados brasileiros, incluso no Distrito Federal, entre os dias 12 a 16 de abril deste ano.

A amostra tem um grau de confiança de 95%, com uma margem de erro estimada em cerca de 2% para os resultados gerais.

Em Mato Grosso do Sul, os cultos religiosos só foram proibidos no início da pandemia, em março de 2020, quando as primeiras restrições contra a Covid-19 foram impostas.

Até mesmo em março deste ano, quando o governo do Estado decretou medidas rigorosas conta o vírus e fechou o comércio em todo o território estadual, pois as igrejas escaparam como medida essencial.

Últimas notícias

A permissão para o funcionamento foi dada com a exigência do cumprimento das medidas de biossegurança, recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, nos termos da Lei nº 5.502, de 7 de maio de 2020.

O mesmo aconteceu em Campo Grande, quando o município antecipou feriados na semana de 22 de março e só acontecer o funcionamento de 32 atividades essenciais.

As medidas foram implantadas em razão a situação caótica, a Capital não possuía mais leitos hospitalares e batia recorde de mortes e internações diariamente.

Igrejas e templos foram considerados como essenciais no decreto e pode seguir seguindo as medidas de biossegurança, obedecendo ao toque de recolher das 20h e à lotação máxima de 40% da capacidade.

O infectologista Julio Croda disse em entrevista ao Correio do Estado na época, que entre as atividades do decreto, a menos essencial seria a abertura de igrejas, mas não considerou a permissão para o funcionamento como um grande impacto na pandemia. 

“Acho que é muito desnecessário manter os templos abertos. Não que a igreja seja a principal culpada pela pandemia e vai ser fonte principal de aglomeração ".

 
 

Pesquisa

De acordo com a Panará Pesquisas, a amostra é representativa dos moradores das áreas pesquisadas e foi definida em duas etapas. 

Na primeira etapa foi feito um sorteio probabilístico dos municípios onde como escolhida seriamente, através do método Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT), considerando uma população com 16 anos ou mais.

A segunda etapa foi a seleção dos entrevistados dentro do município, através de cotas amostrais proporcionais, em função das seguintes variáveis: sexo, faixa etária, escolaridade e nível econômico. 

Fonte: Correio do Estado.

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